Continuando no gênero Estratégia, vou falar agora sobre o quarto jogo de uma das séries mais viciantes existente: o Civilization IV.
A cada versão deste jogo, Sid Meier (outra lenda dos desenvolvedores de games) se supera, trazendo novidades que não só contribuem para a jogabilidade e para a diversão como também são uma aula de Antropologia, História, Filosofia e mais uma série de disciplinas acadêmicas, com a vantagem de ser muito mais divertido que aulas chatas.
Esta versão já tem dois pacotes de expansão: o “Warlords” e o “Beyond the Sword“. Ambos dão mais amplitude ao jogo melhorando aspectos que a comunidade de fãs mais solicitavam. E por falar nos fãs da série, Civilization IV oferece para aqueles que gostam de sugerir melhorias (como eu) a oportunidade de criar suas modificações e poder customizar seu jogo.
Se você é fã de jogos de estratégia e nunca ouviu falar da série Civilization, ou você é um alienígena ou não esteve no planeta terra nos últimos 10 anos pois Civilization IV é um dos raros jogos que dispensam maiores comentários. E se você ainda não teve a oportunidade de experimentar este jogo não perca mais tempo: ele vale cada segundo gasto para jogá-lo.
Encerrando a trilogia de jogos ambientados na era Medieval (não que não teremos outros com este tema neste blog) o jogo da vez é o impressionante Medieval II: Total War, como o nome já diz é o segundo da série Total War ambientado no período Medieval.
Produzido pela SEGA, o jogo apresenta uma melhora significativa em comparação ao primeiro título da série. Utilizando a mesma engine de gráficos de outro jogo da série Total War, o Rome Total War, esta versão do Medieval beira a perfeição, tanto nos gráficos como nas animações individuais de cada soldado no campo de batalha. Até mesmo existem diferças sutis em cada uniforme o que dão um aspecto mais realista ainda para a visão geral das batalhas.
O jogo agrada tanto as pessoas que gostam da parte estratégica de administração de recursos e tropas quanto do realismo e da estratégia de grandes batalhas medievais. Grandes mesmo, pois o jogo possibilita termos um número maciço de soldados simultaneamente em um campo de batalha, dando um aspecto bem próximo de batalhas reais. E na parte estratégica é possível administrar recursos de cada uma das cidades conquistadas, melhorando (ou piorando) a qualidade de vida dos cidadãos, construindo melhorias, fortificações, edfícios para treinar tropas ou para aumentar a segurança contra invasores. Fora isso tem também a possibilidade de interagir com outros povos, formando alianças, declarando guerras, exigindo tributos, abrindo canais de comércio. Tudo isso sem esquecer de agradar ao papa (caso esteja jogando com povos católicos) podendo até se juntar a “Cruzadas contra os hereges” (ou a “Jihads contra os infiéis” caso esteja jogando com povos muçulmanos).
Tudo isso é o que faz de Medieval II: Total War uma garantia de diversão completa para quem quiser experimentá-lo, principalmente para quem gosta de uma imersão total na Era Medieval, como eu.
Este é o segundo post de três em sequência que pretendo escrever sobre jogos ambientados na era Medieval (no caso deste e do primeiro, Fantasia Medieval). O jogo em destaque agora é o Elder Scrolls IV: Oblivion.
Confesso que conheci este jogo há pouco tempo (em 2006 quando foi lançado), e o que mais me motivou a jogá-lo no início foram os gráficos, que todos os sites especializados em games alardeavam como sendo uma revolução para jogos do gênero (na época). Tive certa resistência para me ambientar neste novo mundo, principalmente porque eu já estava acostumado e envolvido com o universo Ultima, mas foi jogando que pude comprovar que realmente este jogo mereceu ganhar todos os prêmios que conquistou: não só os gráficos são primorosos, como a jogabilidade é simplesmente fantástica. Por ser Offline, raramente sofro com problemas de lag ao jogar, mesmo com a alta exigência de configuração do sistema (é preciso ter no mínimo uma placa de vídeo que suporte DirectX 9.0c com 512Mb de memória).
A história é muito bem estruturada, as aventuras são realmente empolgantes, a AI dos npcs, mesmo deixando a desejar em alguns momentos, são muito boas em comparação com outros jogos do gênero. Ou seja é um jogo excelente.
A única coisas que posso dizer contra o jogo é a respeito da limitação do mapa. Apeser de ele ser relativamente grande é muito chato e frustrante você chegar até a fronteira de Cyrodiil (Principal região e capital do reino de Tamriel) e simplesmente não poder prosseguir porque tem uma “barreira invisível” que te impede de avançar. Mas comparado com todo o resto isto é só um detalhe que não impede que Elder Scrolls IV: Oblivion seja uma dos melhores jogos do gênero já lançados. Se você tem os requisitos mínimos do sistema (de preferência acima dele) vale muito a pena jogá-lo.
Vou inaugurar meu Blog com um post sobre meu maior “vício” em games desde 2002, o precursor de todos os jogos Massive Multiplayer Online Role Playing Game (MMORPG) que existem e que foi criado em 1999, há 9 anos atrás pela “lenda” dos desenvolvedores de games, Richard Garriot (mais conhecido como “Lord British“): O Ultima Online.
Os gráficos estão ultrapassados para os padrões atuais, mas a palavra “vício” não poderia ser melhor empregada pois este é um tipo de jogo cativante e desgastante pois consome fácil, fácil um dia inteiro, envolvendo quem joga em aventuras online que fazem qualquer um perder a noção do tempo.
E como acontece com muitos “viciados”, já tentei me afastar várias vezes, mas sempre acabo voltando a me envolver não só com o jogo, mas com a comunidade de jogadores a qual eu pertenço desde quando comecei a jogar o UO. Sim, pertenço a uma comunidade de jogadores formada por brasileiros, pois eu não jogo em servidores oficiais (para alívio do meu bolso). Essa comunidade tem um servidor “não-oficial” chamado “Mystical Tales”.
O que mais me identifico com este servidor em específico é a exigência de imersão total e interpretação de personagens enquanto joga. Ao contrário da maioria dos servidores que têm o foco nas lutas entre jogadores (Player vs. Player, ou simplesmente PvP) No Mystical Tales você precisa mesmo incorporar um guerreiro, um mago, ou simplesmente um camponês medieval (RPG), o que para mim é duplamente fascinante pois sempre gostei muito de tudo relacionado a Idade Média e sua cultura.
Não contente em apenas jogar neste servidor, em 2005 acabei me tornando colaborador da comunidade, desenvolvendo sistemas e fazendo parte da criação de scripts que melhoram a jogabilidade e a versatilidade e tornam o jogo muito mais divertido ainda.
Quem quiser conhecer um pouco melhor a proposta da Comunidade Mystical Tales, ou simplesmente o Ultima Online a dica é: Jogue com moderação, ou você pode se tornar um viciado como eu.