Encerrando a trilogia de jogos ambientados na era Medieval (não que não teremos outros com este tema neste blog) o jogo da vez é o impressionante Medieval II: Total War, como o nome já diz é o segundo da série Total War ambientado no período Medieval.

Produzido pela SEGA, o jogo apresenta uma melhora significativa em comparação ao primeiro título da série. Utilizando a mesma engine de gráficos de outro jogo da série Total War, o Rome Total War, esta versão do Medieval beira a perfeição, tanto nos gráficos como nas animações individuais de cada soldado no campo de batalha. Até mesmo existem diferças sutis em cada uniforme o que dão um aspecto mais realista ainda para a visão geral das batalhas.
O jogo agrada tanto as pessoas que gostam da parte estratégica de administração de recursos e tropas quanto do realismo e da estratégia de grandes batalhas medievais. Grandes mesmo, pois o jogo possibilita termos um número maciço de soldados simultaneamente em um campo de batalha, dando um aspecto bem próximo de batalhas reais. E na parte estratégica é possível administrar recursos de cada uma das cidades conquistadas, melhorando (ou piorando) a qualidade de vida dos cidadãos, construindo melhorias, fortificações, edfícios para treinar tropas ou para aumentar a segurança contra invasores. Fora isso tem também a possibilidade de interagir com outros povos, formando alianças, declarando guerras, exigindo tributos, abrindo canais de comércio. Tudo isso sem esquecer de agradar ao papa (caso esteja jogando com povos católicos) podendo até se juntar a “Cruzadas contra os hereges” (ou a “Jihads contra os infiéis” caso esteja jogando com povos muçulmanos).
Tudo isso é o que faz de Medieval II: Total War uma garantia de diversão completa para quem quiser experimentá-lo, principalmente para quem gosta de uma imersão total na Era Medieval, como eu.
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